Locais de Visitação no Santuário

 

O romeiro, peregrino ou visitante pode encontrar diversos locais para meditação, oração e confraternização no Santuário de Nossa Senhora das Brotas. Dentre eles:

Gruta de Nossa Senhora das Brotas
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Construída em 1969, oferecida no dia 10 de maio, como sinal de graças alcançadas pela intercessão de Nossa Senhora das Brotas, por Amanda Milléo, cuja filha Nágela foi curada de câncer, e Maria Madalena Paulus que também foi curada da mesma doença. Feita com pedras irregulares, a gruta está envolvida por vegetação especial e uma calçada permitindo que seja circundada pelas pessoas. Os devotos também buscam água para o consumo nas torneiras situadas à frente da gruta, por ser considerada milagrosa. A Gruta de Nossa Senhora das Brotas é um dos locais mais visitados do Santuário de Nossa Senhora das Brotas. A simplicidade e o fácil acesso faz com que muitos devotos encontrem o colo de Maria Santíssima na Gruta e elevem suas preces e recorram à intercessão da boa Mãe. 

Jardim de Maria

Aos fundos do Santuário e construído sobre os alicerces da antiga Capela de Nossa Senhora das Brotas, o Jardim de Maria é rico em significado: o “M” desenhado pelas flores no centro do gramado é a inicial das palavras: Maria, Mãe e Mãos.

“Maria” é Nossa Senhora das Brotas, “Mãe” são todas as mulheres que geraram filhos, também para a vida cristã e “Mãos” de todos os trabalhadores que fizeram a antiga igreja, plantaram as flores e que, com suas lidas, sustentam tantos filhos e filhas e tantas obras evangelizadoras. Na cúpula abaulada se representa todo o universo que se apoia sobre as pedras sólidas de um jardim.

 

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Os Evangelistas
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Entre o Santuário de Nossa Senhora das Brotas e a cúpula do Jardim de Maria encontram-se as imagens dos quatro evangelistas: Mateus, Marcos, Lucas e João. Eles expressam, por primeiro e com a autoridade, o amor dos cristãos a Maria que é a mulher da Palavra, discípula e mensageira do Evangelho: acolhe, obedece, gera e anuncia a Palavra de Deus. Ao olhar para os evangelistas, os fiéis se voltam para o Santuário.

 

Os evangelistas querem apontar para Nossa Senhora das Brotas que, por sua vez aponta para Jesus.

Caminho do Rosário São João Paulo II

 

O Caminho do Rosário São João Paulo II inicia ao lado do Santuário, na Cruz Missionária, que é o sinal das Santas Missões Populares vivenciadas em toda a Diocese de Ponta Grossa nos anos de 2010 e 2011, e da Semana Missionária ocorrida em Piraí do Sul nos dias 19 a 27 de março do mesmo ano. É um local propício para caminhada orante, oração pessoal, familiar ou comunitária do Rosário ou Terço.
Os Mistérios da vida de Jesus (Gozosos, Luminosos, Dolorosos e Gloriosos) estão representados nas vinte capelinhas de placas de cimento, situadas num caminho de aproximadamente mil metros, no entorno do Santuário de Nossa Senhora das Brotas. As contas do Pai-nosso estão à frente destas capelinhas, enquanto as das Ave-Marias se situam entre uma e outra capelinha, fazendo com que o devoto caminhe meditando sobre um mistério da vida de Jesus ou de Maria. 

 

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Caminho da Misericórdia

O Caminho da Misericórdia se inicia no portão central do Santuário Nossa Senhora das Brotas com o logotipo e o lema do Ano da Misericórdia. O ícone mostra o Filho que carrega aos seus ombros o homem perdido; O desenho é feito de tal forma que realça o Bom Pastor que toca profundamente a carne do homem, e o faz com tal amor capaz de lhe mudar a vida. O Caminho segue para o “Memorial do Encontro”, que é o onde Joaquim e Ana Rosa perderam a Efígie de Nossa Senhora das Brotas e, após um período de queimadas, a encontraram intacta. Neste ponto, o Caminho da Misericórdia se divide para os dois lados, direito e esquerdo, onde nas placas brancas com o ícone do Bom Pastor se encontram escritas as obras de misericórdia corporais e espirituais, e, em cada uma, está plantada uma pequena flor expressando a vida que gera a concretização das obras de misericórdia e também o cuidado que a vida exige.

 

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Espaços de Encontro
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No bosque do Santuário de Nossa Senhora das Brotas há quatro espaços para encontros, retiros, confraternizações e festas. Todos os espaços multiuso são destinados à acolhida dos peregrinos e turistas, para os encontros de comunidades e paróquias e, também, quando possível, são locados para a realização de aniversários, casamentos e demais festividades familiares. Os espaços levam o nome de pessoas religiosas e leigas devotas de Nossa Senhora das Brotas que muito colaboraram com a comunidade de Piraí do Sul: Frei Guido Hussmann, Hend, Pe. Evaldo Fidelix e Ir. Maria da Glória. Com lugares simples e agradáveis disponibilizados à população, o Santuário de Nossa Senhora das Brotas coopera na tarefa de criar comunhão entre as pessoas. No entorno desses espaços há uma área verde, com muitas araucárias e outras árvores, o que caracteriza de beleza cada um dos locais.  

 

Reino das Crianças - Parque Infantil

Brincar capacita a criança a resolver problemas, tomar decisões, explorar, negociar e expressar-se em situações que são relevantes e significativas para elas. Por este motivo no Santuário Nossa Senhora das Brotas existe o Reino das Crianças – Parque Infantil, uma área de recreação ao ar livre que estimula a atividade física e a convivência entre as crianças.
O espaço foi pensado para que o Bosque das Brotas seja também um local especial de acolhida para as crianças. Os pais encontram ali o ambiente adequado, tranquilo e seguro para levar seus filhos para que brinquem e se divirtam. Assim, toda a família pode viver momentos de convivência, descontração e lazer, sob a proteção da Virgem Maria, Nossa Senhora das Brotas.

 

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Pátio da Cruz
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Na chegada do Santuário, ao lado esquerdo da Avenida Nossa Senhora das Brotas, se encontra o lugar em que se vislumbra uma grande cruz. A cruz que simboliza o amor absoluto de um Deus Pai que envia seu Filho, em prova de absoluta doação, para nos amar e por amor morrer no Madeiro da Cruz. 
Neste espaço os devotos vêm para encontrar paz, consolo, esperança. Aqui muitas pessoas vêm deixar as suas lágrimas, mas também encontram a força de que necessitam para continuar caminhando. 
. Aos pés da cruz nos abastecemos do seu amor e mantemos sempre presente e vivo o quanto valemos para Deus: a vida de Jesus doada. Por isso, o nosso lugar é junto de Maria aos pés da cruz, assim como o discípulo que Ele amava.

 

Muro dos Santos e Beatos do Brasil

Construído em três partes iguais, indica o Mistério da Santíssima Trindade que envolve todas as coisas. Deus é Unidade na Trindade e Trindade na Unidade, perfeita comunhão. Na frente do muro há uma passagem de água que brota da região úmida em que o muro está construído. A água, que irriga a terra boa passando por frente do muro, segue seu caminho em direção à cidade de Piraí do Sul. Ao todo, nove santos e treze beatos estão representados no muro, sendo alguns brasileiros e outros que deram testemunho nesta terra. Santos: Antônio de Sant'Anna Galvão, Paulina do Coração Agonizante de Jesus, André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e 27 companheiros mártires, José de Anchieta, Roque Gonzales, Afonso Rodrigues e João de Castilho. Beatos: Albertina Berkenbrock, Assunta Marchetti, Bárbara Maix, Dulce dos Pobres, Lindalva Justo de Oliveira, Nhá Chica, Eustáquio van Lieshout, Francisco de Paula Victor, Inácio de Azevedo e 39 companheiros mártires, João Schiavo, Mariano de La Mata Aparício e Manuel Gomes Gonzales e Adílio Daronch.

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Caminho das Dores de Maria
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Num ambiente arborizado e ladeado por um córrego de água cristalina há um caminho de mais de trezentos metros, onde é possível refletir sobre as dores, os dramas e os sofrimentos da vida humana a partir da devoção das Sete Dores de Maria. No chão há pequenos quadrados de cimento por onde se caminha, enquanto que ao longo do percurso o fiel contempla sete muretas com as imagens representando cada uma das dores de Nossa Senhora, além de várias cruzes representando as nossas próprias cruzes. Ele é para todas as pessoas, cada um com as suas cruzes.

Quase ao final do caminho pode se contemplar um verdadeiro “jardim de bromélias” que tomam conta do espaço e estão em quase todas as árvores. Plantas que aí naturalmente nasceram querem sinalizar que a cruz, quando assumida por amor, gera vida e salvação.

O caminho da dor e das cruzes se abre para a amplidão da santidade, para a revalorização da história e para a vida cristã, fortemente marcada pela espiritualidade mariana.

 
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